terça-feira, 31 de maio de 2016

Árabes e Islamismo: roteiro de estudos para os 7º anos


A 

Árabes: Os árabes são um povo heterogêneo que habita principalmente o Oriente Médio e a África setentrional, originário da península arábica constituída por regiões desérticas. As dificuldades de plantio e criação de animais fizeram com que seus habitantes se tornassem nômades, vagando pelo deserto em caravanas, em busca de água e de melhores condições de vida. A essas tribos do deserto dá-se o nome de beduínos. Existem três fatores que podem ajudar, em graus diversos, na determinação se um indivíduo é considerado árabe ou não: →políticos: se ele vive em um país membro da Liga Árabe (ou, de maneira geral, no mundo árabe); essa definição cobre mais de trezentos milhões de pessoas. →lingüísticos: se sua língua materna é o árabe; essa definição cobre mais de duzentos milhões de pessoas. →genealógicos: Pode-se traçar sua ascendência até os habitantes originais da península arábica.




Arábia: A Arábia Saudita é um país que fica localizado no Médio Oriente.A Arábia Saudita é o país muçulmano mais famoso do mundo porque todos os anos há uma peregrinação religiosa à cidade de Meca.A capital da Arábia Saudita é a cidade de Riade.Geográficamente o lugar onde está situado a Arábia Saudita chama-se a Península Arábica.

Alcorão: O Corão é considerado pelos muçulmanos a palavra literal de Alá - Deus, em árabe -, revelada ao longo de 22 anos a Maomé. Para os islâmicos, ele é o profeta final, enviado para pregar a mesma mensagem de Jesus e de Moisés, que teria sido corrompida ao longo dos anos. O livro tem 114 capítulos ou surahs (suratas) e 6236 ayats (versos) e foi escrito para ser recitado - corão significa "recitação" ou "leitura". Não se trata de um relato religioso, mas de um código de leis que deve reger a vida em todas as áreas. Versa sobre os atributos de Deus, os crentes e suas virtudes e até temas de ciência. Alguns personagens da Bíblia, entre eles Adão, Abraão, Moisés, Jesus e Maria, são mencionados no livro como profetas do Islã.

B

Beduínos: São um povo nômade que vive nos desertos do Oriente Médio e do norte da África. Os beduínos representam cerca de 10% dos habitantes do Oriente Médio e têm o nome derivado das palavras árabes al bedu ("habitantes das terras abertas") ou al beit ("povo da tenda"). O mais provável é que essa cultura tenha surgido ainda na Antiguidade, no norte da atual Arábia Saudita. A partir do século 7, porém, quando os árabes conquistaram o norte da África, os beduínos se dispersaram também nesse continente. Na Arábia, onde sempre viveram os grupos principais, as difíceis condições de vida no deserto geraram conflitos pelo uso de poços de água e pastagens, levando bandos de beduínos a eventuais ataques a caravanas e outras formas de roubo contra vizinhos e forasteiros. 



C

Caaba: Caaba refere-se ao enorme prédio cúbico, feito de pedra e coberto por um grosso pano preto, e de acordo com o islamismo é o local de adoração que Deus, ou Alá, ordenou que Abraão e Ismael construíssem há mais de quatro mil anos. A Caaba, situa-se no centro de uma enorme praça ao ar livre que é parte de uma enorme mesquita em Meca. Na haji, a peregrinação anual feita a Meca, mais de um milhão de muçulmanos afluem á cidade para orações e para dar sete voltas em torno da Caaba. É obrigação de todos os muçulamos fisicamente aptos fazer esta viagem pelo menos uma vez na vida. 

E

Estado Islâmico: O Estado Islâmico – que já foi chamado de Estado Islâmico no Iraque e na Síria (ISIS, em inglês) – originou-se como um braço da Al-Qaeda que atuava na região do Levante, na fronteira entre os dois países citados, mas logo se tornou independente da organização de Bin Laden e passou a atuar seguindo suas próprias regras. Os membros mais antigos da Al-Qaeda já declararam que o EI possui uma postura amplamente mais radical que a rede responsável pelos ataques do 11 de setembro.Assim como a Al-Qaeda, o EI também se guia por uma interpretação extremista da Jihad (guerra santa islâmica) e alimenta a possibilidade de ataques terroristas a países ocidentais, já que encara o Ocidente como um reduto de degenerescência moral e decadência religiosa. Para tanto, há, desde o início de 2014, uma intensa migração de jovens – sobretudo europeus – para a região dominada pelo EI com o objetivo de serem treinados para atuar em defesa do califado. O sequestro de jornalistas, embaixadores e outras pessoas que atuam no Oriente Médio é prática corriqueira do EI. Quando o grupo se sente ameaçado, executa com crueldade essas pessoas mantidas como reféns.




I

Islã: Em árabe, Islã significa "rendição" ou "submissão" e se refere à obrigação do muçulmano de seguir a vontade de Deus. O termo está ligado a outra palavra árabe, salam, que significa "paz" - o que reforça o caráter pacífico e tolerante da fé islâmica. O termo surgiu por obra do fundador do islamismo, o profeta Maomé, que dedicou a vida à tentativa de promover a paz em sua Arábia natal.

Islamismo: O islamismo é a religião fundada pelo profeta Maomé no início do século VII, na região da Arábia. O Islã é o conjunto dos povos de civilização islâmica, que professam o islamismo; em resumo, é o mundo dos seguidores dessa religião. O muçulmano é o seguidor da fé islâmica, também chamado pJiior alguns de islamita. O termo maometano às vezes é usado para se referir ao muçulmano, mas muitos rejeitam essa expressão - afinal, a religião seria de devoção a Deus, e não ao profeta Maomé.

J

Jihad: Em árabe, a palavra significa "esforço" ou "luta". No islã, isso pode significar a luta interna de um indivíduo contra instintos básicos, o esforço para construir uma boa sociedade muçulmana ou uma guerra pela fé contra os infiéis.

Jihadistas: entendem que a luta violenta é necessária para erradicar obstáculos para a restauração da lei de Deus na Terra e para defender a comunidade muçulmana, conhecida como umma, contra infiéis e apóstatas (pessoas que deixaram a religião).





M
Maomé: É o profeta e a figura mais importante do islamismo.Nascido em Meca no ano 570 como Mohammad, passou a maior parte da vida como mercador analfabeto, mas, aos 40 anos, teria recebido suas primeiras revelações do arcanjo Gabriel. O fenômeno se repetiu por 23 anos e deu origem ao Corão, livro sagrado dos islâmicos. Maomé pregou a devoção a um Deus único (Alá), lutou contra o infanticídio e defendeu a divisão de terras dos ricos com os pobres, contrariando a classe dominante de Meca. Foi perseguido e mudou-se para Medina, onde estruturou uma poderosa tropa. Retornou dois anos depois e ascendeu como líder político. Naquele tempo, a sociedade árabe era dividida em tribos e clãs, e pode-se dizer que Maomé proporcionou uma unidade nacional por meio da religião, ajudando a posicionar a nação árabe como pioneira cultural e científica 200 anos depois.

Meca: neste local nasceu e está enterrado Maomé (570-652), fundador da religião islâmica. Situada na Arábia Saudita, a cidade já era ponto de parada de caravanas e centro comercial muito antes do nascimento do profeta. Mas os maometanos, também chamados de muçulmanos (hoje cerca de 1,2 bilhão de pessoas espalhadas pelo mundo), a converteram em sua capital. Pelos preceitos da religião, todo fiel tem o dever de visitar a cidade ao menos uma vez antes de morrer. Além disso, onde quer que esteja, tem que rezar cinco vezes por dia voltado para lá.

Mesquita:é um lugar sagrado para os muçulmanos, é onde os  muçulmanos se congregam para realizar as suas orações diárias. A palavra " Mesquita " é uma tradução do árabe; Masjid, que quer dizer um lugar de prostração.

Muçulmano: O muçulmano é o seguidor da fé islâmica, também chamado por alguns de islamita. 


S

Sharia: a lei muçulmana ou islâmica, tanto em relação à justiça civil e criminal, quando regulando a conduta individual, pessoal e moralmente. O corpo de leis baseado nos costumes fundamenta-se no Qu’ran e na religião do islam. Como por definição os Estados islâmicos são teocracias, os textos religiosos equivalem a leis, conhecidos no islam e pelos muçulmanos como Sharia ou lei Sharia



terça-feira, 24 de maio de 2016

Projeto "África: terra mãe": roteiro de viagem

Projeto “África: terra-mãe”
Roteiro histórico no Egito Antigo e Reino de Kush:



1)      Local a ser visitado: 
Templo de Karnak
Templo de Luxor
Pirâmides de Gizé
Rio Nilo
Templo de Abu Simbel
Piramide de Meroé 
Museu do Cairo

2)    Localização geográfica: 
3)    Meio de transporte (percurso): 
4)    Custo da viagem: 
5)    Tempo de viagem:
6)    Que atrações turísticas existem neste local? Existe cobrança de ingresso?
1 Pirâmides de Gizé
Se você não é marciano, há uma boa chance de que as pirâmides estejam na sua lista de prioridades de lugares a conhecer um dia. Visitando o Egito, é provável que esse seja o primeiro passeio do seu roteiro. Vá em frente: a paisagem é realmente deslumbrante, e a emoção de estar diante de uma das imagens mais icônicas do planeta é algo para não se esquecer jamais. Mas há outros monumentos que vão impressioná-lo ainda mais, acredite.
2 Karnak
Prepare-se para se sentir minúsculo diante da grandiosidade do complexo de santuários, quiosques, pilones e obeliscos dedicados aos deuses de Tebas e aos faraós. No grande templo de Amon-Rá, o conjunto de colunas gigantes em forma de papiro é arrebatador e coloca sob nova perspectiva todos os templos grandiosos em que você já esteve.
3 Abu Simbel
Os dois templos de Abu Simbel ficam diante do Lago Nasser, a apenas
40 quilômetros da fronteira com o Sudão, em uma paisagem que já seria bela se não tivesse um dos conjuntos de monumentos mais impressionantes do Egito. Quatro estátuas colossais com mais de 20 metros de altura guardam a entrada do templo, e parecem anunciar aos vizinhos do sul que deveriam pensar duas vezes antes de tentar invadir o país dos faraós.
4 Luxor
Concentra o maior número de monumentos por metro quadrado do Egito. O Nilo funciona como moldura deste museu a céu aberto que reúne o Vale dos Reis, onde você pode visitar os túmulos dos faraós, o templo da rainha-faraó Hatchepsut (acima), os colossos de Mêmnon e o templo de Medinet Habu.
5 Cruzeiro no Nilo
Uma das experiências mais emblemáticas do Egito, os cruzeiros no Nilo são uma ótima opção para percorrer o país aproveitando a paisagem do rio mais extenso do mundo. Há opções curtas (de três a quatro dias) e longas (pelo menos uma semana). A rota mais popular é a que liga Luxor a Assuã. O trecho, que costumava ser muito movimentado, está bem mais calmo desde 2011.
6 Museu Egípcio
O Museu do Cairo, bem ao lado da Praça Tahir, é daqueles museus aos quais se pode voltar várias vezes sem nunca sair com a sensação de que se viu tudo. A joia da coroa, porém, é o tesouro do faraó Tutancâmon (a múmia, no entanto, está no Vale dos Reis, na tumba original — aquela que ficou conhecida por uma "maldição").
http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/viagem/noticia/2014/06/egito-um-pais-a-procura-de-turistas-4516125.html
7)     O que encontramos da história do Egito Antigo/Reino de Kush neste local?

8)    Se for um monumento ou construção em que época foi construído? Quem mandou construir? Qual o motivo da construção deste local?
Links para pesquisa:




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Templo de Karnak


Templo de Luxor



Rio Nilo



Pirâmides de Gizé



Pirâmides de Meroé




Museu do Cairo

segunda-feira, 9 de maio de 2016

PROJETO “ÁFRICA TERRA-MÃE” 6º ano: nascimento da civilização, humanidade e reinos antigos

PROJETO “ÁFRICA TERRA-MÃE”: nascimento da civilização, humanidade e reinos antigos
Tempo previsto: maio e junho de 2016

“Nós não somos africanos porque nascemos em África, nós somos africanos porque a África nasceu em nós.” 
Chester Higgins Jr.

OBJETIVO GERAL:
Conhecer e valorizar a história do continente africano compreendendo sua importância como berço do surgimento da humanidade e das primeiras sociedades complexas a partir do estudo dos reinos africanos da Antiguidade.  

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
·                    Compreender as transformações culturais, sociais e políticas sofridas pelo continente africano e também a maneira como a cultura africana tem influenciado a cultura de outros continentes, especialmente o nosso,
·                     Romper com as práticas preconceituosas relacionadas à cultura africana, devido ao desconhecimento da sua história;
·                    Abordar a história da África ressaltando a Núbia e o Reino de Kush e suas relações com o Egito.  
·                    Reconhecer as principais contribuições e legado cultural dos reinos africanos da Antiguidade para o desenvolvimento das sociedades antigas.

Metodologia:
Os estudantes serão divididos em equipes e terão que após realizar pesquisas sobre os reinos africanos de Kush e Egito representar através de um roteiro de viagem os principais pontos históricos destes reinos, indicando suas principais contribuições dentro da história antiga.



  Desenvolvimento:
1- O que você sabe sobre a África? (Power point e aula expositiva)
2- Contribuições da África antiga no desenvolvimento das primeiras sociedades complexas (pesquisa e exposição dos dados)
3- Vídeo: Egito Revelado “Pirâmides” (Discovery Channel)
4- Elaboração do roteiro histórico de viagem para o Egito e Sudão a partir dos seguintes elementos:
- para onde viajar? Como chegar até o destino da viagem? Quanto tempo de viagem? Qual o valor da viagem? O que visitar e por onde passar? O que encontrarei neste lugar? O que aprenderei sobre a história deste reino africano visitando este lugar?
- cada equipe ficará com uma atração turística para apresentar.
5- socialização do roteiro através de apresentação de slides ou folder.

Locais históricos:
Sudão:
Maravilhe-se com as Pirâmides de Meroe
As pirâmides de Meroe são ponto turístico mais emblemático do Sudão. O produto de uma cultura bastante diferente da do Egito, estas pirâmides construídas de tijolos e íngreme brotam em grupos de uma dúzia de cada vez. Perto estão os sítios arqueológicos de Naqa e Musawarat Es Sufra, que são dignos de um desvio.
                             
Viajar de volta no tempo em Musawarat
Um dos maiores complexos antigo templo no Sudão, Musawarat é pensado para ser um local de peregrinação. Peregrinos modernos podem passear pelas colunas do grande cerco para estudar as paredes esculpidas representando os animais que já habitaram a região. Também vale a pena visitar a gravura de sala de casamento, e os estábulos de elefante.



Egito :
Templo de Karnak
Templo de Luxor
Pirâmides de Gizé
Vale dos Reis
Rio Nilo
Abu Simbel
Piramide de Quéops








sexta-feira, 6 de maio de 2016

Projeto Tempos Medievais 7º ano


Projeto Tempos Medievais
Professoras: Helena Lohmann e Luciana Brum
Turmas 72,73,74,75,76
Tempo: maio e junho de 2016
Objetivo geral: Entender o conceito de feudalismo como um sistema,envolvendo o nível econômico, o social, o político e o ideológico.

Metodologia:
Os estudantes serão divididos em equipes e realizarão as seguintes tarefas:
1-    Sorteio para a escolha do cenário, personagens, cotidiano a ser representado por dramatização ou através de exposição.
Cenário: campos (moradias dos servos), castelo, mosteiros, mesquitas, cidades, feiras
Personagens: servos (camponeses), nobres, monges, cavaleiros, árabes, comerciantes (burgueses)
Cotidiano: vestimentas, alimentação, diversões e jogos, moradias, educação (homens e mulheres), crenças e pensamento mítico.

2-     Pesquisa e preenchimento da ficha do personagem.
3-    Organização da apresentação.
4-    Socialização.

Ficha do personagem:
Grupo social:
Alimentação:
Vestuário:
Moradias:
Atividades que realiza:
Tem poder social? Qual?
Tipo de lazer:
Qual tipo de educação recebe?
Crenças sobre a morte:
Como eram tratados caso adoecesse?


Link para pesquusa:




quinta-feira, 3 de março de 2016

Como seria sua vida na Roma Antiga: turma 72,74,75,76

Atividade “Como seria sua vida na Roma Antiga?”

Objetivo: Caracterizar os grupos sociais da Roma Antiga compreendendo através de seus aspectos culturais e políticos o que definia um cidadão romano, o cidadão não livre e o escravo.

Produção final: Comunicar através dos diversos gêneros textuais escolhidos as informações e considerações coletadas na pesquisa sobre as temáticas elencadas pela professora.
Os gêneros textuais escolhidos foram: diário, entrevista, texto informativo, charge, noticia, palestra, propaganda, poema, resumo.

Temáticas escolhidas:
A partir do material paradidático “Como seria sua vida na Roma antiga?” selecionou-se os seguintes assuntos: CIDADE OU CAMPO?, SUA FAMILIA; COMIDA E BEBIDA; SUAS ROUPAS; EDUCAÇÃO; CARREIRAS; LEI E ORDEM; O EXÉRCITO; OS DEUSES; NASCIMENTO, CASAMENTO E MORTE.

Dicas para estruturar sua produção final a partir do gênero textual escolhido para sua equipe:

1) DIÁRIO: O Diário é um tipo de texto pessoal em que uma pessoa relata experiências, ideias, opiniões, desejos, sentimentos, acontecimentos e fatos do cotidiano. Embora não apresentem uma estrutura fixa, os textos dos diários podem ser estruturados da seguinte maneira:
Data e Local: são indicadas no início do texto o local e a data em que foi escrito, como numa carta.
Vocativo: Geralmente é incluído no começo do texto como: “querido diário”, “querido amigo diário”. Nalguns casos, as pessoas preferem inventar um nome fictício para ele, como se fosse um amigo íntimo.
Corpo de Texto: onde se desenvolvem os relatos diários, as ideias, sensações do autor.
Assinatura: normalmente, os diários são assinados a cada dia. No final do texto, aparecem o primeiro nome do autor. Antes disso, alguns apresentam uma expressão de despedida: “boa noite”, “abraços”, “até amanhã”.

2)ENTREVISTA: A entrevista é um tipo de texto que tem a utilidade de informar as pessoas sobre algum acontecimento social ou fazer com que o público conheça sobre as ideias e opiniões da pessoa que é entrevistada.
Estruturalmente, a entrevista compõe-se dos seguintes elementos:
 Manchete ou título – Essa é uma parte que deverá despertar interesse no interlocutor envolvido, podendo ser uma frase criativa ou pergunta interessante. 
 Apresentação – É o momento em que se apresentam os pontos de maior relevância da entrevista, como também se destaca o perfil do entrevistado, sua experiência profissional e seu domínio em relação ao assunto abordado. 
Perguntas e respostas – Basicamente, é a entrevista propriamente dita, na qual são retratadas as falas de cada um dos envolvidos. 

3)TEXTO INFORMATIVO:
Os textos informativos tem o objetivo de abordar algum tema e transmitir conhecimento a respeito desse tema, transmitir dados e conceitos. Texto em prosa, com características específicas de cada modelo.Uso de indicadores de aproximação ao conteúdo (títulos, fotos, imagens, tipografia, seções do jornal etc.).Identificação do tema da informação.Identificação da idéia principal. Identificação dos detalhes principais.
4)CHARGE:
A charge é um tipo de ilustração que geralmente apresenta um discurso humorístico e está presente em revistas e principalmente jornais. Trata-se de desenhos elaborados por cartunistas que captam de maneira perspicaz as diversas situações do cotidiano, transpondo para o desenho algum tipo de crítica, geralmente permeada por fina ironia.
5)NOTÍCIA:  É um texto informativo sobre um tema atual ou algum acontecimento real, veiculada pelos principais meios de comunicação: jornais, revistas, meios televisivos, rádio, internet, dentre outros. Por esse motivo, as notícias possuem teor informativo e podem ser textos descritivos e narrativos ao mesmo tempo, apresentando, portanto, tempo, espaço e as personagens envolvidas.
Geralmente as notícias seguem uma estrutura básica classificada em:
Título Principal e Título Auxiliar
A notícia é formada por dois títulos, ou seja, um principal, também chamado de Manchete, que sintetiza o tema que será abordado, e outro um pouco maior, o qual auxilia o entendimento do título principal, ou seja, é um recorte do assunto que será explorado.
Lide
Na linguagem jornalística, a Lide corresponde à introdução da notícia, portanto, trata-se do primeiro parágrafo que responderá as perguntas: O Que? Quem? Quando? Onde? Como? Porque?Trata-se de um parágrafo em que todas as informações que estarão contidas na notícia deverão aparecer. É uma ferramenta muito importante, visto que desperta a atenção do leitor para a leitura da notícia.
​Corpo da Notícia
Nessa parte, será apresentada a notícia com descrições mais detalhadas.

6) PALESTRA:
  Uma palestra é apresentação oral que pretende apresentar informação ou ensinar pessoas a respeito de um assunto em particular, por exemplo, uma proferida por um professor de universidade ou colegial. Palestras são usadas para transmitir informação de natureza importante, histórica, prática, teórica.

7) PROPAGANDA: A função do texto publicitário é convencer seu público a comprar um produto ou, até mesmo, a modificar seu comportamento.
AS PARTES DO ANÚNCIO
1 – Texto não verbal: imagem que tenha relação com o anúncio.
2 – Título: uma frase de efeito.
3 – Texto publicitário: texto verbal que dá informações sobre o produto
4 – Logotipo: desenho que simboliza a marca do produto.
5 – Slogan: frase que resume a imagem que o publicitário deseja firmar no mercado como uma identidade do produto.
8) RESUMO:
Resumo nada mais é do que um texto reduzido a seus tópicos principais, sem a presença de comentários ou julgamentos. Um resumo não é uma crítica, assim como a resenha o é; o objetivo do resumo é informar sobre o que é mais importante em determinado texto.
Resumir um texto significa condensá-lo a sua estrutura essencial sem perder de vista três elementos: • as partes essenciais do texto; • a progressão em que elas aparecem no texto; • a correlação entre cada uma das partes.
9) POEMA:  é um gênero textual que utiliza as palavras como matéria-prima, organizando-as em versos, estrofes ou prosa, ou seja, apresenta uma estrutura que permite defini-lo como gênero. 




quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O que você precisa saber sobre os povos indígenas: 8º anos

Dando continuidade às nossas discussões em sala de aula sobre o que já sabemos sobre os povos indígenas seguem algumas informações importantes contendo trechos do livro "O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje" de autoria de  Gersem dos Santos
Luciano publicado pelo  Ministério da Educação  em 2006.

O que precisamos saber sobre os povos indígenas:

-896 mil indígenas hoje. 0,4% da população do Brasil.
-305 etnias e 274 línguas faladas.
-A partir do contato, as culturas dos povos indígenas sofreram profundas modificações.
-Falar hoje de índios no Brasil significa falar de uma diversidade de povos, habitantes originários das terras conhecidas na atualidade como continente americano.
- Mas esta denominação é o resultado de um mero erro náutico. O navegador italiano Cristóvão Colombo, em nome da Coroa Espanhola, empreendeu uma viagem em 1492 partindo da Espanha rumo às Índias, na época uma região da Ásia. Castigada por fortes tempestades, a frota ficou à deriva por muitos dias até alcançar uma região continental que Colombo imaginou que fossem as Índias, mas que na verdade era o atual continente americano. Foi assim que os habitantes encontrados nesse novo continente receberam o apelido genérico de “índios” ou “indígenas” que até hoje conservam. Deste modo, não existe nenhum povo, tribo ou clã com a denominação de índio. Na verdade, cada “índio” pertence a um povo, a uma etnia identificada por uma denominação própria, ou seja, a autodenominação, como o Guarani, o Yanomami etc.
- os índios devem ser entendidos  como sujeitos de direitos e, portanto, de cidadania. E não se trata de cidadania comum, única e genérica, mas daquela que se baseia em direitos específicos, resultando em uma cidadania diferenciada, ou melhor, plural. Aqui os povos indígenas ganharam o direito de continuar perpetuando seus modos próprios de vida, suas culturas, suas civilizações, seus valores,garantindo igualmente o direito de acesso a outras culturas, às tecnologias e aos valores do mundo como um todo.
- é concedido a eles o direito de terra coletiva suficiente para a sua reprodução física, cultural e espiritual, e de educação escolar diferenciada baseada nos seus próprios processos de ensino-aprendizagem e produção, reprodução e distribuição de conhecimentos.
- Os tipos e as condições em que as relações acontecem com o meio natural e sobrenatural também influenciam a qualidade de vida. Povos que vivem em terras mais extensas e abundantes em recursos naturais têm a possibilidade de uma vida mais rica, baseada em valores como a solidariedade, a reciprocidade e a generosidade. Ao passo que os povos
que ocupam terras reduzidas e com recursos naturais escassos vivem conflitos internos maiores, o que dificulta muitas vezes as práticas tradicionais de reciprocidade e o espírito comunitário e coletivo.
- Os índios conservam suas línguas, suas experiências e sua relação com a natureza e com a sociedade. Eles mantêm a tradição oral e os rituais como manifestação artística e maneira de vinculação com a natureza e o sobrenatural. Mantêm o papel socializador e educador da família, aplicam os sábios conhecimentos milenares e praticam o respeito à natureza. Com isso, as culturas indígenas seguem manifestando sua personalidade coletiva e de alteridade, seja no trabalho ou na festa, e por isso são democráticas e populares.
- A demarcação das terras onde vivem e a proteção ao meio ambiente são indispensáveis para garantir sua sobrevivência física e cultural.
- Uma aldeia indígena é uma organização tradicional. Nela, os líderes exercem suas funções de acordo com as orientações das tradições herdadas dos seus ancestrais. O posto de cacique é geralmente herdado de pai para filho entre os pertencentes a clãs ou a linhagens superiores, ou de uma combinação entre estes e seus afins, ou aliados políticos ou econômicos. Os conselheiros e os auxiliares do cacique também devem ocupar um lugar na lógica da estrutura social do grupo. Tal estrutura segue uma orientação cosmológica constituída desde a criação do mundo, expressa nos mitos de origem e reproduzida e revivida por meio dos ritos e cerimônias. A organização cosmológica orienta a vida social, política e espiritual dos indivíduos e grupos, na medida em que define quais são os valores a serem observados e as consequências que podem gerar quando não são obedecidos.
-Na atualidade, a principal dificuldade dos povos indígenas é manter e garantir os direitos já adquiridos, além de lutar por outros direitos que ainda precisam ser conquistados para consolidar a perspectiva étnica de futuro, enterrando de vez a ameaça de extinção desses povos. Na cabeça de muitas pessoas no Brasil, os povos indígenas ainda são vistos como seres transitórios, que algum dia deixarão de existir, seja por meio de processos naturais ou induzidos pelas políticas de intervenção.
- No entanto, os povos indígenas constituem parte importante da própria construção da nação brasileira e por isso carregam sentimentos de brasilidade iguais aos de quaisquer outras sociedades, segmentos e indivíduos que constituem o Estado, independente de culturas, valores, símbolos e línguas que abraçam. Além disso, por serem um dos pilares
socioculturais de formação da identidade da nação brasileira, devem igualmente usufruir dos direitos e dos deveres de todo cidadão brasileiro, sem que isto signifique abrir mão de seus modos próprios de vida.
- Os povos indígenas têm conservado a visão comunitária e sagrada da natureza. Por isso, as montanhas, os lagos, os rios, as pedras, as florestas, os animais e as árvores têm um alto significado. Os acidentes geográficos e os fenômenos naturais são personificados e foram criadas em torno deles narrativas orais e escritas. O território indígena é sempre a referência à ancestralidade e a toda a formação cósmica do universo e da humanidade.
É nele que se encontram presentes e atuantes os heróis indígenas, vivos ou mortos.
- Terra e território para os índios não significam apenas o espaço físico e geográfico, mas sim toda a simbologia cosmológica que carrega como espaço primordial do mundo humano e do mundo dos deuses que povoam a natureza.
-O processo de reconhecimento e regularização de terras indígenas no Brasil é repleto de complexidade política, técnica, administrativa e jurídica. A Constituição Federal de 1988, atualmente em vigor, reconhece explicitamente aos povos indígenas o direito originário de
posse e uso exclusivo de suas terras tradicionalmente ocupadas. Isto quer dizer que no Brasil os povos indígenas não podem adquirir o direito de propriedade de suas terras, que são bens e patrimônios da União, mas lhes são garantidos a posse e o usufruto exclusivo.
Destacamos que, embora esse direito originário de posse e uso sobre as terras tradicionais seja reconhecido na Letra da Lei, garantir de fato tal direito não é uma tarefa fácil e simples. Há casos em que processos de regularização de terras indígenas já duram mais de um século
ou simplesmente nunca são concluídos. O principal problema não é o procedimento administrativo em si, mas o jogo de forças políticas e econômicas que envolve.
-O salto histórico possibilitado pela Constituição Federal de 1988 ocasionou uma revolução na concepção e na prática do bilingüismo no Brasil. Antes, quem era bilíngüe porque falava a língua portuguesa e a língua indígena não podia ser índio, pois para ser índio teria que falar apenas a língua indígena. Hoje, o cidadão índio é, em muitos casos, plurilíngüe. Na longa história colonial, aprender a falar o português significava esquecer a língua indígena, assim como aprender a escrita objetivava acabar com a oralidade. Atualmente, os povos indígenas realizam uma inversão dessa história: a língua estrangeira – o português – é considerada uma língua a mais e a escrita é expressão da oralidade, sem que isso tenha diminuído o sentimento de pertencimento à identidade nacional, do qual manifestamente se orgulham.
- Entre os séculos XVI e XVIII, é praticamente impossível separar a atividade escolar do projeto de catequese missionária.
-O estado de saúde e doença para os povos indígenas, em seu principal aspecto, é o resultado do tipo de relaçãoindividual e coletiva que se estabelece com as demais pessoas e com a natureza. Para os povos indígenas existem duas maneiras de se contrair doença: por provocação de pessoas (feitas) e por provocação da natureza (reação). Isto é muito importante, porque para os povos indígenas não existe doença natural, biológica ou hereditária. Ela é sempre adquirida, provocada e merecida moral e espiritualmente. A saúde sim é natural,pois é a própria vida, uma dádiva da natureza, mas cuja manutenção
depende de permanente vigilância e cuidado contra os espíritos maus da natureza. A doença, portanto, é o resultado da luta interna da natureza entre os espíritos “bons” e os espíritos “maus”.
- Antes da chegada dos portugueses, e com a eles a medicina científica, seus remédios e tratamentos eram mais eficientes, pois conheciam as doenças que os acometiam. Os colonizadores trouxeram com eles outras doenças das quais os índios não tinham noção e não podiam curar – aliás, muitas dessas doenças trazidas nem mesmo os europeus sabiam ou sabem curar até hoje.


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Planejamento de aulas para o 1º BIMESTRE de 2016: 6º, 7º e 8º ano

Galerinha, acompanhem ai o planejamento para o 1º bimestre de 2016 nas aulas de História. Mãos a obra que temos muito trabalho pela frente esse ano.








CRONOGRAMA DE AULAS: 6º ANO

QUANDO
CONCEITOS/TEMAS
ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
1-16/02
APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA/ CRONOGRAMA
AULA EXPOSITIVA/ MENSAGEM
2-18/02
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS HISTÓRICOS: O QUE É HISTÓRIA, FONTES HISTÓRICAS, MEMÓRIA
DISCUSSÃO / ATIVIDADE PRÁTICA
3-23/02
O TEMPO E A HISTÓRIA: INSTRUMENTOS DE MEDIDA UNIDADES DE MEDIDA DO TEMPO, TEMPO CRONOLÓGICO, TEMPO DA NATUREZA, TEMPO HISTÓRICO
AULA EXPOSITIVA E DIALOGADA
4-25/02
O TEMPO E A HISTÓRIA:
ATIVIDADE AVALIATIVA COM CONSULTA
5-29/02
O TEMPO E A HISTÓRIA: A CONTAGEM DOS SÉCULOS
EXERCÍCIOS
6-01/03
O TEMPO E A HISTÓRIA: A CONTAGEM DOS SÉCULOS
EXERCÍCIOS
7-03/03
PROJETO: EM ÁFRICA NOSSAS ORIGENS
ORGANIZAÇÃO E INTRODUÇÃO
8-08/03
AS ORIGENS DO SER HUMANO: O EVOLUCIONISMO E A ÁFRICA
LEITURA E DISCUSSÃO
9-10/03
OS HOMINÍDEOS:
VÍDEO /ENTREGA REC PARALELA
10-15/03
OS HOMINÍDEOS
VÍDEO
11-17/03
AVALIAÇÃO 1: O TEMPO E HISTÓRIA
PROVA INDIVIDUAL SEM CONSULTA
12-22/03
PROJETO: EM ÁFRICA NOSSAS ORIGENS
SOCIALIZAÇÃO
13-24/03
FERIADO

14-29/03
PROJETO: EM ÁFRICA NOSSAS ORIGENS
SOCIALIZAÇÃO
15-31/03
RECUPERAÇÃO BIMESTRAL

16-05/04
PROJETO: EM ÁFRICA NOSSAS ORIGENS
SOCIALIZAÇÃO
17-
REVISÃO BIMESTRAL


 CRONOGRAMA DE AULAS: 7º ANO

QUANDO
CONCEITOS/TEMAS
ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
1-  15/02
APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA/ CRONOGRAMA
AULA EXPOSITIVA/ MENSAGEM
2-16/02
O FIM DO MUNDO ANTIGO: MUNDO ORIENTAL E OCIDENTAL
CARACTERÍSTICAS E ORGANIZAÇÃO
3-18/02
O FIM DO MUNDO ANTIGO: SOCIEDADE E CULTURA ROMANA E O DECLÍNIO
PESQUISA
4-22/02
O FIM DO MUNDO ANTIGO: REPÚBLICA E IMPÉRIO ROMANO E DECLÍNIO
PESQUISA
5-23/02
O FIM DO MUNDO ANTIGO: A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO E INÍCIO DO FEUDALISMO
VÍDEO
6-25/02
O FIM DO MUNDO ANTIGO: A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO E INÍCIO DO FEUDALISMO
VÍDEO
7-  29/02
O FIM DO MUNDO ANTIGO
ATIVIDADE AVALIATIVA COM CONSULTA
8-01/03
POVOS GERMANICOS E A IDADE MÉDIA
MAPA EUROPA MEDIEVAL
9-03/03
O FEUDALISMO: A ECONOMIA DE BASE AGRÁRIA
EXERCÍCIOS
10- 07/03
O FEUDALISMO: POLÍTICA FEUDAL
EXERCÍCIOS
11-08/03
O FEUDALISMO: A SOCIEDADE FEUDAL
EXERCÍCIOS
12-10/03
PROJETO: A ERA DOS CAVALEIROS
ORGANIZAÇÃO E PRODUÇÃO
13-14/03
PROJETO: A ERA DOS CAVALEIROS
ORGANIZAÇÃO E PRODUÇÃO
10-15/03
AVALIAÇÃO 1 : POVOS GERMANICOS E FEUDALISMO
PROVA SEM CONSULTA
11-17/03
O SABER E AS ARTES MEDIEVAIS
VÍDEO
12- 21/03
O SABER E AS ARTES MEDIEVAIS
VÍDEO
13-22/03
PROJETO: A ERA DOS CAVALEIROS
SOCIALIZAÇÃO
14-24/03
PROJETO: A ERA DOS CAVALEIROS
SOCIALIZAÇÃO
15- 28/03
RECUPERAÇÃO BIMESTRAL

16-29/03
MUNDOS ALÉM DA EUROPA: A ARÁBIA E OS ÁRABES
PESQUISA
17-31/03
O NASCIMENTO E EXPANSÃO DO ISLÃ
LEITURA E EXERCICIOS
16-03/04
ISLAMISMO E ISLAMOFOBIA
DEBATE
17-  04/04
A CULTURA NO MUNDO MUÇULMANO
VÍDEO
17- 05/04
A CULTURA NO MUNDO MUÇULMANO
VÍDEO


 CRONOGRAMA DE AULAS: 8º ANO


QUANDO
CONCEITOS/TEMAS
ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
1-16/02
APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA/ CRONOGRAMA
AULA EXPOSITIVA/ MENSAGEM
2-18/02
BRASIL COLONIAL: REVISÃO GERAL
EXERCÍCIOS
3-23/02
O TRABALHO E A ESCRAVIDÃO NO BRASIL COLONIAL: POVOS INDÍGENAS E AFRICANOS ESCRAVIZADOS
AULA EXPOSITIVA
4-25/02
A ÉPOCA DO OURO NO  BRASIL: A SOCIEDADE MINEIRA E A VIDA URBANA
EXERCÍCIOS
5-29/02
A ÉPOCA DO OURO NO BRASIL: O SISTEMA COLONIAL E O CONTROLE DO OURO
AULA EXPOSITIVA
6-01/03
ATIVIDADE AVALIATIVA COM CONSULTA
TRABALHO EM EQUIPES
7-03/03
PROJETO “OS FILHOS DESTE SOLO”: POVOS INDÍGENAS E AFRICANOS ESCRAVIZADOS NO IMAGINÁRIO COLONIAL
ORGANIZAÇÃO E PRODUÇÃO
8-08/03
PROJETO “OS FILHOS DESTE SOLO”: POVOS INDÍGENAS E AFRICANOS ESCRAVIZADOS NO IMAGINÁRIO COLONIAL
ORGANIZAÇÃO E PRODUÇÃO
9-10/03
A EXPANSAO DA AMÉRICA PORTUGUESA
ATIVIDADES COM MAPAS
10-15/03
AVALIAÇÃO 1

11-17/03
AS MISSÕES JESUÍTICAS
VÍDEO
12-22/03
PROJETO “OS FILHOS DESTE SOLO”: POVOS INDÍGENAS E AFRICANOS ESCRAVIZADOS NO IMAGINÁRIO COLONIAL
SOCIALIZAÇÃO
13-24/03
PONTO FACULTATIVO

14-28/03
RECUPERAÇÃO BIMESTRAL

15-31/03
COLONIZAÇÃO DE SANTA CATARINA NO SÉCULO XVIII
PESQUISA
16-03/04
COLONIZAÇÃO DE SANTA CATARINA NO SÉCULO XVIII
PESQUISA
17- 05/04