terça-feira, 11 de abril de 2017

A Vida das Mulheres Medievais: 7º ano

A vida diária de uma dama medieval seguia uma programação semelhante à de seu senhor. Este poderia ser seu marido, pai ou irmão. A vida cotidiana de uma dama medieval estava centrada em castelos medievais ou mansões medievais. Muito do seu tempo foi gasto em supervisionar o funcionamento da casa. A vida diária de uma dama medieval pode ser descrita da seguinte forma:



  1. A vida cotidiana de uma Senhora Medieval começava na madrugada quando a missa seria ouvida e as orações seriam feitas.
  2. Uma senhora medieval seria servida por suas damas. Ela seria ajudada com seu vestido para o dia.
  3. A primeira refeição do dia para a dama era o café-da-manhã.
  4. A vida diária da Senhora incluiria discussões sobre torneios, noivado, casamentos, poesia e amor cortesão.
  5. Uma Senhora Medieval seria esperada para supervisionar a educação das meninas da classe alta que eram enviadas para seus lares.
  6. A vida diária de uma dama medieval mudaria se seu marido estivesse ausente. Ela seria esperada para cuidar das finanças da mansão ou propriedades, incluindo a arrecadação de aluguéis. Supervisionar a agricultura e resolver todos os conflitos.
  7. À tarde, a vida cotidiana das mulheres nobres se voltavam para as tarefas domésticas, incluindo a supervisão das refeições e garantir que os estoques eram suficientes.
  8. Tempo de lazer era gasto em bordados e prática de dança.
  9. Oração à noite e depois ceia no Salão do Castelo.
  10. Após o jantar, pode haver algum entretenimento - música, dança, malabaristas, acrobatas, etc.
  11. Os deveres das jovens nobres medievais seriam cuidar da roupa e das damas auxiliares com seu penteado. Seriam ensinadas algumas tarefas domésticas, como a preservação de frutas e a administração da casa, para prepará-las para seus deveres de mulher casada. 
  12. Jovens mulheres de alto escalão assumiriam o papel de damas de honra e seriam ensinadas em francês. Jovens mulheres nobres também seriam ensinados os princípios do Código Medieval de Cavalaria e Amor Cortês e iria se juntar aos espectadores em torneios de justas.
  13. A educação das mulheres nobres medievais concentrou-se na prática em oposição ao acadêmico. Jovens mulheres nobres, tão jovens como sete meninas, seriam mandadas para longe de sua casa para morar com outra família nobre. Lá ela seria ensinada uma variedade de assuntos e habilidades. As maneiras e a etiqueta eram de importância principal.
  14.  O tempo seria gasto aprendendo a dançar e andar. O tiro ao arco também foi ensinado a jovens mulheres nobres. Esperava-se que essas jovens fossem servas das senhoras mais velhas do castelo.
  15.  Com a permissão dos pais era legal que os rapazes se casassem aos quatorze e as meninas aos doze. Mas um casamento só era legal quando o casamento fora consumado.
  16. Casamentos eram frequentemente organizados para que ambas as famílias envolvidas se beneficiassem. Os casamentos seriam arranjados para trazer o prestígio ou a riqueza à família das mulheres nobres medievais. A união para o amor era uma ocorrência rara.
  17.  Um dote era uma quantia de dinheiro, bens que a noiva trazia para o casamento. A lei deu ao marido direitos plenos sobre sua esposa, se ela era uma mulher Nobre ou um plebeu. Ela efetivamente se tornou sua propriedade. 
Fonte: http://www.medieval-life-and-times.info/medieval-life/medieval-noble-women.htm

A Vida dos Árabes no Período Medieval: 7º ano





O Império Islâmico foi um dos maiores impérios da história mundial. Abrangeu uma grande variedade de culturas, climas e geografia.

  1.   Como com todas as sociedades, o tamanho eo estilo das casas eram diferentes para os ricos e os pobres. As pessoas pobres viviam em barracas ou cabanas de lama, enquanto os ricos viviam em grandes casas unifamiliares. As casas grandes geralmente tinham um pátio no centro com uma fonte onde as pessoas poderiam se refrescar do calor do deserto. Às vezes eles tinham torres de vento que forçariam o vento através da casa como ar condicionado.
  2.  Durante a Idade Média, o Império Islâmico teve uma economia comercial em expansão. Como resultado, as pessoas trabalharam uma variedade de empregos, incluindo agricultores, comerciantes, artesãos, professores, pastores e soldados.
  3.  Uma refeição comum durante esse tempo teria consistido em  mel e leite. Esta mesma refeição é muitas vezes usada hoje por muçulmanos para quebrar seu jejum durante o Ramadã. Outros alimentos comuns incluíram berinjela e água para beber. Carne, como o cordeiro e frango, era rara e normalmente só comido pelos ricos. Alguns alimentos eram proibidos pelo Islã, incluindo carne de porco e álcool. Alimentos proibidos são chamados de "haram" e alimentos permitidos são chamados de "halal".
  4.   Para se protegerem do sol quente do Oriente Médio, os primeiros muçulmanos usavam roupas que cobriam seus corpos inteiros. Homens e mulheres usavam camisas longas e calças soltas. Muitas vezes, as mulheres usavam lenços de cabeça e véus. Os homens também usavam revestimentos para a cabeça, incluindo turbantes. Vestir modestamente e encobrir também fazia parte da religião islâmica.
  5.  A educação escolar era uma parte importante do antigo Império Islâmico. Meninos jovens frequentavam a escola onde estudavam e memorizavam o Alcorão. Eles também estudaram outras disciplinas, incluindo matemática, filosofia, astrologia e grego. 
  6.  Enquanto algumas pessoas viviam em cidades e aldeias, outras eram nômades. Os nômades moviam-se pelo deserto procurando novas pastagens e água para seus animais. Eles viviam em longas e baixas tendas que eram fáceis de se movimentar. Alguns dos primeiros convertidos ao Islã foram nômades. Eles ajudaram o Islã a se espalhar rapidamente por todo o Oriente Médio enquanto se moviam de um lugar para outro. 
  7. A água era a bebida mais comum. Às vezes, a água era aromatizada com hortelã, frutas ou rosas. 
  8. Eles não tinham muitos móveis em suas casas. Tapetes eram comuns, no entanto, e foram utilizados como revestimentos de chão, cobertores, almofadas e travesseiros.
  9.  A maioria dos casamentos era organizada pelas famílias. Mulheres casavam muito jovens, muitas vezes com a idade de 12 ou 13. Homens geralmente casavam ​​com cerca de 19 ou 20 anos.
  10.  Hoje, as mulheres islâmicas usam um véu que cobre a cabeça e o tórax chamado "hijab".
  11.  Um homem poderia ter até quatro esposas (mas ele tinha que ser capaz de prover para elas), enquanto uma mulher só era permitido um marido


Leia mais em: http://www.ducksters.com/history/islam/daily_life.php

A Vida do Clero Medieval: 7º ano


O clero na Idade Média era muito importante e influente na sociedade. Alguns até tinham grande poder político. Os clérigos na Idade Média estavam isentos de pagar impostos porque estavam prestando serviços a seus paroquianos e também proporcionavam satisfação e cuidado espiritual. Eles eram os mediadores entre Deus e os homens.

Na Idade Média, o Papa era poderoso e influente. Ele era a pessoa que o povo na Idade Média olhava com promessas de redenção do pecado e com a ausência do imperador o Papa como o mais importante membro do clero tornou-se a figura pública mais respeitada tanto para a Igreja e o Império Romano. Devido a isso, a Igreja Católica se tornou a instituição mais unificadora e universal. O fervor religioso pelos papas na época medieval era uma verdadeira cultura da Idade Média.

O papel do Papa como clérigo na Idade Média como governador deveria ser o líder espiritual e administrador das igrejas. Uma vez que o papa foi escolhido serviria como um papa até o dia em que morre. O papa medieval também era legislador. Ele faria leis que só ele poderia anular e dispensar, a menos que sua decisão fosse apelada e aprovada com êxito. O papa na Idade Média tinha o poder de nomear os homens do clero. Os papas medievais governariam sobre disputas e teriam o poder de anular casamentos.

Os bispos foram nomeados pelo Papa, mas antes que o papado fosse estabelecido, os líderes seculares eram os que designariam o bispo e também o arcebispo. O bispo desempenharia funções como qualquer outro padre do clero. Eles iriam realizar cerimônias de casamento, deram os últimos direitos, resolveram disputas em seus distritos, ouviram confissões e deram a absolvição.


Clero da Idade Média, neste caso, os bispos eram ricos. Eles viviam e se vestiam generosamente como os senhores. O clero (bispos) na Idade Média envolveram-se na política e tribunais para ajudar a julgamentos deliberados.

Os monges eram uma parte importante do clero na Idade Média. Os monges tinham dedicado a vida ao trabalho em mosteiros na Idade Média. Os monges colocavam roupas marrom com capuzes. Eles eram bem-educados como parte de seu trabalho no mosteiro era ler a Bíblia e copiá-la pois não havia impressoras. Os monges também dedicaram seu tempo para aprender, ler e escrever latim. Algumas das enciclopédias mais antigas da história foram escritas pelos monges. Escreveriam e então copiaram as enciclopédias e as Bíblias manualmente.

Por outro lado, este dedicado clero homens da Idade Média também dedicou sua vida diária a adorar a Deus. Não só passaram o tempo na igreja, mas também se imergiram em sessões privadas de oração e leitura profunda da Bíblia e meditação. O monge na Idade Média também fazia muitas outras tarefas como costura, ensino, preparação de remédios.

Apesar de sua agenda ocupada, os monges tinham um horário que os ajudava em suas rotinas diárias. Quando alguém queria ser um monge havia três votos que ele tinha que tomar. O primeiro era o voto de pobreza, o que significava desistir de todos os seus bens. O segundo era o voto de permanecer solteiro e o terceiro voto era o voto de obediência.

O clero na Idade Média também incluia freiras. As freiras eram mulheres que haviam prestado juramento de pobreza, castidade e obediência como os monges. As freiras podiam ser reconhecidas pelo que usavam. Esta foi a roupa que eles colocaram em suas cabeças. O papel mais importante das freiras era louvar a Deus. Cada freira tinha um papel diferente na comunidade, davam esmolas aos pobres e tratavam os doentes. As outras freiras foram responsáveis ​​por cuidar de órfãos em orfanatos e educar as crianças tanto os meninos quanto as meninas na comunidade. A enfermeira era a freira encarregada da enfermaria.

O Clero era uma classe muito rica que estava fazendo a maior parte de sua influência, usando os pecados e ignorância dos homens comuns, a fim de ganhar dinheiro.

Fonte: http://www.thefinertimes.com/Middle-Ages/clergy-in-the-middle-ages.html

A Vida dos Mercadores Medievais: 7º ano


  1. Os comerciantes na Idade Média eram pessoas de negócios que participavam de varejo e comércio. Assim, o comerciante medieval foi visto como um comerciante e traficante de mercadorias através dos países. O comerciante da Idade Média obtinha seus produtos durante suas viagens e depois os vendia em mercados e lojas ou em feiras.
  2.  Os comerciantes foram largamente discriminados. O clero, os camponeses e a nobreza consideravam o comerciante como alguém que procurava enriquecer-se às custas da sociedade. Enquanto isso, essa mesma sociedade dependia cada vez mais dos comerciantes para a distribuição de bens muito necessários.
  3. No surgimento precoce da classe mercantil, o clero se opunha veementemente às atividades mercantis, como a banca e o comércio. O clero convenceu a comunidade de que essas atividades eram más e contra a vontade de Deus. Como tal, as pessoas culpariam os comerciantes por catástrofes naturais, incluindo doenças, inundações ou fome como um castigo para a comunidade de Deus.
  4. Notavelmente, a nobreza era particularmente desdenhosa dos comerciantes que, aos olhos da nobreza, eram vistos como avarentos. O comportamento da nobreza contrastava com o dos comerciantes; Os nobres eram conhecidos como gastadores, enquanto os comerciantes estavam interessados ​​em calcular as perdas e lucros de seu comércio.
  5. O papel do comerciante tornou-se ainda mais importante e enraizado na sociedade na esteira dos séculos XIII e XIV. A nobreza tornou-se mais rica e os camponeses estavam melhor colocados para comprar mercadorias que os comerciantes vieram de outros países. Os comerciantes mercantis principais eram os genoveses e os venezianos.
  6. Os comerciantes da Idade Média se envolveram em confrontos ferozes sobre rotas comerciais, através das quais trouxeram bens como seda, perfumes, alimentos e especiarias. As Cruzadas, algumas das guerras mais sangrentas da Idade Média, não eram apenas religião, mas também grupos de comerciantes que procuravam obter o controle das principais rotas comerciais.
  7. Os comerciantes ganharam uma posição como aqueles que trabalharam, mas sua posição social era certamente muito mais elevada do que aquela dos camponeses. Enquanto os camponeses trabalhavam no campo e os senhores se alegravam em seus castelos, os comerciantes da Idade Média estavam ocupados viajando pelo Mediterrâneo e pela Europa. Foram até Espanha, Inglaterra, França, Rússia e Escandinávia, bem como a Ásia. No século XIV, os comerciantes eram algumas das pessoas mais ricas da sociedade; Eles exerciam posições influentes no governo local e seus filhos se casavam com os dos nobres.

A Vida do Cavaleiro Medieval: 7º ano


  1. O Cavaleiro seguia uma programação semelhante à de seu senhor ou o nobre que ele servia.
  2.  A vida cotidiana de um cavaleiro centrou-se em castelos ou mansões (muito parecido com nossas casas de verão) ou lutando por seu senhor e o rei em tempos de guerra. Grande parte de seu tempo foi gasto em aperfeiçoar suas habilidades de armas e manter seus níveis de aptidão elevados. 
  3. A vida diária de um cavaleiro começava no alvorecer quando a missa seria ouvida e as orações seriam feitas.
  4. A primeira refeição do dia para o cavaleiro era o café da manhã.
  5. Cavaleiros  se envolviam na prática de armas.O cronograma incluia discussões sobre estratégia de guerra e aumentando seu conhecimento de guerra de cerco e armas.
  6. Esperava-se que os Cavaleiros compreendessem as regras e o Código de Cavalaria e a arte do Amor Cortês. Tempo poderia ser gssto em prática de dança.
  7. Na parte da tarde, eles se voltaram para aumentar suas habilidades em equitação e acompanhariam seu senhor na caça ou na inspeção da propriedade.
  8. Oração à noite e depois ceia no Salão do Castelo.
  9. Após o jantar, pode haver algum entretenimento - música, dança, malabaristas, acrobatas,  etc
  10. Orações de dormir.
Fonte: https://www.quora.com/What-was-daily-life-like-for-a-medieval-knight

A Vida de um Nobre Medieval: 7º ano

Se você é perguntado sobre a vida dos senhores e cavaleiros na Idade Média, aqui estão dez coisas que você poderia mencionar:


  1. Muitos nobres viviam em castelos. O grande salão era o centro de um castelo. As paredes eram decoradas com tapeçarias. Todos, exceto o senhor, sentavam-se em bancos. Havia uma galeria de menestrel para músicos e cantores. À noite, os criados dormiam no chão.
  2. O grande salão teria pelo menos uma lareira com uma chaminé. 
  3. O senhor tinha seu próprio quarto, chamado de solar, e sua própria cama de dossel, com cortinas para privacidade.
  4. No topo do castelo, a senhora teria um quarto de dia para ela e suas criadas. Neste quarto tinha as maiores janelas e as melhores vistas. Depois de 1200, os castelos tinham vidraças nas janelas.
  5. O lavabo foi chamado o 'garderobe que foi geralmente uma rampa reta para o fosso. 
  6. Um jovem nobre se juntaria à casa de outro senhor. Ele servia lá como um pajem, aprendendo a lutar a cavalo. Ele serviria então como um escudeiro até que ele tivesse cerca de 18 anos de idade, quando ele iria passar por uma cerimônia religiosa e se tornar um cavaleiro.
  7. Refeições tinha muitos momentos. Cada parte consistia de muitos tipos de carnes, incluindo cisne, pavão, pega, toninha e javali. Isto era servido em um pão grosso "trencher" e comido com uma faca e os dedos. Os nobres comiam poucos legumes. 
  8. Contrariamente aos filmes de Hollywood, um torneio era geralmente uma batalha simulada conhecida como melée. Os cavaleiros tomaram parte em justas, mas estes só se tornaram comuns depois do século XII. Quase todo senhor adorava caçar.
  9. As vestimentas tornaram-se mais extremas com o passar do tempo, e incluíram mangas enormes, sapatos. As vestimentas dos homens eram tão coloridas e chamativas como as das mulheres.
  10. No final da Idade Média, os cavaleiros estavam obcecados com o cavalheirismo e o amor cortês.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/bitesize/ks3/history/middle_ages/everyday_life_middle_ages/revision/3/

A Vida de um Servo Medieval: 7º ano


No início da Idade Média, sob o sistema feudal, a vida de um servo era difícil.

  1.  Seguia as estações - arando no outono, semeando na primavera, colhendo em agosto. O trabalho começava ao amanhecer, preparando os animais, e terminava no crepúsculo, limpando-os e colocando-os de volta nas barracas.
  2. A cabana de um camponês era feita de acácia e pau, com um telhado de palha, mas sem janelas.Dentro da cabana, um terço da área era para os animais, que vivia na cabana com a família. O fogo queimava em uma lareira no centro da cabana, de modo que o ar estava permanentemente cheirando aos olhos fumegante. Móveis era talvez  um baú para a cama, e alguns potes de cozinha.
  3. Muitas cabanas de camponeses incluíam um simples tear. 
  4. A comida camponesa era principalmente legumes, além de tudo o que poderia ser recolhido - nozes, bagas, urtigas.  O mel forneceu um adoçante.  C camponês não comia pão de trigo branco, mas pão de centeio negro.
  5. O momento mais difícil era o final da primavera, quando os estoques de comida estavam acabando, e os novos alimentos ainda não estavam crescendo. Uma colheita pobre significava que alguns dos aldeões morreriam de fome.
  6. Um camponês  usaria uma túnica áspera, com um capuz e luvas, e sapatos de couro com sola de madeira. As mulheres usavam um vestido grosso sobre um deslizamento sem mangas.
  7. A vida na aldeia não era toda a miséria. Os dias santos significavam um dia de folga. A bola era quase desnecessária para um jogo de bola medieval, que era basicamente uma luta com a próxima aldeia. Ocasionalmente, um músico viajante  passava por lá.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/bitesize/ks3/history/middle_ages/everyday_life_middle_ages/revision/7/




domingo, 7 de agosto de 2016

Cronograma das aulas: turma 81

Agosto
Conteúdo/atividades
05
Apresentação: Face dos Filófos
Declaração da Independência dos EUA, Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão,
Declaração das Mulheres
12
O Processo de Independência das Américas: América Espanhola e Estados Unidos (Mapa). Organização do Seminário individual.
19
Seminário “Independencias das Américas”
26
A América após as Independências: indígenas, abolição, oligarquia e imperialismo.
Organização do projeto “Mundos do Trabalho”
Setembro
Conteúdo/atividades
02
Palestra: Cidadania e participação do cidadão na garantia dos direitos. Ministério Público de Santa Catarina. 
09
Avaliação 1
O processo de industrialização: sistema de produção, do artesão ao operário, as primeiras máquinas, sociedade industrial, regime de trabalho, sindicatos e movimento operário
16
Apresentação das entrevistas do projeto “Mundos do Trabalho”
O processo de industrialização (continuação)
23
Avaliação Bimestral
Brasil Independente: o que mudou? O que permaneceu?
30
Brasil Império: cronologia e características politicas, sociais e economicas

Cronograma das aulas: turmas 72,74,75,76

Agosto
Conteúdo/atividades
01
Povos e Culturas das Américas: mapa
02
Povos e Culturas das Américas. Organização do Projeto.
05
Povos Maias, Astecas e Incas:sociedade
08
Povos Maias, Astecas e Incas: economia e religião
09
Vídeo: Maias, Astecas e Incas
12
Vídeo: Maias, Astecas e Incas
15
Avaliação 1
16
Expansão Marítimo-Comercial: navegações portuguesas, espanholas e inglesas
19
Expansão Marítimo-Comercial: navegações portuguesas, espanholas e inglesas
22
Colonização portuguesa, espanhola e inglesa
23
Colonização portuguesa, espanhola e inglesa
26
Recuperação 1
29
Apresentações Projeto “Povos e Culturas das Américas”
30
Apresentações Projeto “Povos e Culturas das Américas”
31
Povos indígenas do Brasil: estudo do folder
Setembro
Conteúdo/atividades
02
Vídeo: Povos Guaranis
05
Diversidade Étnico-cultural indígenas: jogo
06
Diversidade Étnico-cultural indígenas: jogo
12
Atividade avaliativa individual: produção textual sobre os Povos Indígenas
13
A formação da sociedade moderna: novos modos de pensar
Humanismo, Antropocentrismo e Renascimento
16
A formação da sociedade moderna: novos modos de pensar
Humanismo, Antropocentrismo e Renascimento
19
A formação da sociedade moderna: novos modos de pensar
Humanismo, Antropocentrismo e Renascimento
20
Recuperação bimestral
23
A formação da sociedade moderna: novos modos de pensar
Reforma Protestante e a Contrarreforma
26
A formação da sociedade moderna: novos modos de pensar
Reforma Protestante e a Contrarreforma
Vídeo: Lutero
27
A formação da sociedade moderna: novos modos de pensar
Reforma Protestante e a Contrarreforma
Vídeo: Lutero


segunda-feira, 25 de julho de 2016

Projeto "Povos do Oriente": religiões orientais 6º ano


Pesquisa: Religiões Orientais


1-      O Zoroastrismo
Zoroastro teria sido o primeiro dos grandes profetas das religiões do mundo (nasceu por volta de 1500 a. C.
Zoroastrismo
O zoroastrismo, também chamado de masdeísmo, uma religião monoteísta fundada na antiga Pérsia (atual Irã) pelo profeta Zaratustra, a quem os gregos chamavam de Zoroastro. É considerada como a primeira manifestação de um monoteísmo ético. De acordo com os historiadores da religião, algumas das suas concepções religiosas, como a crença no paraíso, na ressurreição, no juízo final e na vinda de um messias, viriam a influenciar o judaismo, o cristianismo e o islamismo. Tem seus fundamentos fixados no Avesta (as antigas escrituras do zoroastrismo da Pérsia que datam de 500 a.C., e tem como base um conunto de hinos, ou gathas, que falam do deus criador Ahura Mazda, incluindo a liturgia, preces, mitos e observância religiosa. O zoroastrismo admite a existência de duas divindades, representando o Bem (Ahura Mazda) e o Mal (Arimã), de cuja luta venceria o Bem. De acordo com os relatos tradicionais zoroastrianos, Zoroastro viveu no século IV a.C., pertecendo ao clã Spitama, sendo filho de Pourushaspa e de Dugdhova. Era o sacerdote do culto dedicado a um determinado ahura. Foi casado duas vezes e teve vários filhos. Faleceu aos setenta e sete anos assassinado por um sacerdote. Aos trinta anos, enquanto participava num ritual de purificação num rio, Zaratustra viu um ser de luz que se apresentou como sendo Vohu Manah ("Bom Pensamento") e que o conduziu até à presença de Ahura Mazda (Deus) e de outros cinco seres luminosos, os Amesha Spentas, sendo este o primeiro de uma série de encontros com Ahura Mazda, que lhe revelou a sua mensagem. As autoridades civis e religiosas opunham-se às doutrinas de Zoroastro. Após doze anos de pregação Zoroastro abandonou a sua região natal e fixou-se na corte do rei Vishtaspa na Báctria (região do atual Afeganistão). Este rei e sua esposa, a rainha Hutosa, converteram-se à doutrina de Zoroastro e o zoroastrismo foi declarado como religião oficial do reino.

2-      O  Taoísmo
Taoísmo
Atribui-se a Lao-Tsé a sua fundação, que teria nascido entre os anos 604 e 571 a.C. Era bibliotecário da corte imperial dos Chou e que cansado da desordem do império, abandonou a  corte. Considera que é autor do texto Tao te Ching (Livro do Caminho e da Virtude).
O taoísmo é uma tradição filosófica e religiosa chinesa que tem como conceito chave o Tao, palavra que em chinês pode significar “caminho”, “estrada”, “curso” ou “método”.
Para essa tradição, o Tao é a força cósmica subjacente que cria o universo, compreendendo em si o fluxo natural de surgimento e desaparecimento dos fenômenos, os quais dele emergem e a ele retornam.
 Há um principio fundamental no Taoísmo que consiste em afirmar que tudo que existe está interligado e em perpétuo fluir, como uma corrente de água.
O culto dos antepassados incluía oferendas de alimentos e orações aos espíritos antepassados da família; invocavam a sua ajuda evitavam que degenerassem em fantasmas esfomeados. Para que o morto pudesse ascender ao paraíso depois da morte necessitava de ofertas rituais dadas por membros da família. Não as recebendo, voltaria à Terra transformado num fantasma vingativo.

Atualmente Taiwan, Hong Kong, Singapura, Malásia e outras áreas de assentamento chinês fora do território da China Comunista constituem os centros mais importantes da atividade religiosa taoista. 

3-      O Budismo
O Budismo é um dos fenômenos mais antigos do mundo. É a quarta religião depois do Cristianismo, do Judaísmo e do Hinduísmo. O Budismo não é propriamente uma religião mas mais uma filosofia de vida, visto que, no centro da sua mensagem está o homem; Deus fica numa enigmática penumbra. O objetivo do Budismo – não é a fusão em Brama (o Absoluto), nem a união com Deus, mas chegar ao Nirvana que significa apagar os fogos da saudade e do apego (este pode ser atingido nesta vida). Ensina a via para fugir ao sofrimento e à dor. ¡ "Há uma esfera que não é certa, nem água, nem fogo, nem ar: a esfera do nada. é só aí o fim do sofrimento" ¡ Buda ¡ Um dos princípios fundamentais do budismo é o desenvolvimento de uma atitude de compaixão ou benevolência, de amor, e de comunidade com todos os seres vivos, sem ferir, ofender ou depreciar nenhum deles.
Budismo
O verdadeiro nome de Buda (= iluminado) foi Siddharta Gautama. Nasceu no Nepal, Nordeste da Índia, entre o séc. VI e IV a.C.) (segundo a tradição por volta do ano 566 a. C.), numa família real do clã Xáquia. O pai, temendo que pudesse ser abalado por desagradáveis, manteve-o na área do palácio. Todavia, aos 29 anos, Gautama viu o sofrimento humano, pela primeira vez, sob a forma de um velho, um doente e um morto. Ao deparar com um asceta (monge), resolveu seguir essa antiga via e fugir de casa, de noite, deixando a mulher e a família. Após seis anos de severa austeridade, atingiu o seu objectivo. Mas não escapara ainda ao sofrimento. Sentado debaixo de uma árvore Bodhi, a da iluminação, passou por todas as fases de meditação e atingiu a iluminação, compreendendo a verdadeira natureza do sofrimento. A partir daí foi conhecido por Buda, literalmente "o acordado", e, durante cerca de 40 anos, até morrer, dedicou-se a ensinar a outros o caminho para chegar à iluminação.
A Doutrina ¡ O credo budista consiste nas «quatro verdades santas»: 1- Toda a existência é insatisfatória e cheia de sofrimento; 2- Este sofrimento é causado pela ignorância, pelo desejo ardente ou apego – esforço constante para encontrar algo de eterno e estável num mundo transitório; 3- O sofrimento ou insatisfação pode-se superar na totalidade – é o Nirvana; 4- Consegue-se alcançar a nirvana seguindo o nobre cominho das Oito Vias: (estas oito vias não têm de ser seguidas por um ordem estabelecida) ¡ - compreensão certa (ou fé pura) ¡ - pensamento dirigido certo (ou vontade pura) ¡ - discurso certo (ou linguagem pura) ¡ - conduta certa (ou acção pura) ¡ - esforço certo (ou aplicação pura) ¡ - vida certa (ou meios de subsistência puros) ¡ - atenção certa (ou memória pura) ¡ - concentração certa (ou meditação pura) ¡ Par alcançar a purificação absoluta e, por conseguinte, a iluminação, o Budismo propõe numerosos exercícios. O «Yoga» é o principal. ¡ O budismo acredita que um ser humano antes de atingir o Nirvana, lugar de absoluta tranquilidade, onde o sofrimento não existe, passa por diversos renascimentos. No interior de roda da vida jazem as seis esferas de existência onde os seres podem ser obrigados a renascer: ¡ o reino dos deuses ¡ o dos asuras ou deuses rebeldes e ciumentos; ¡ a dos famintos (pretas); ¡ o dos infernos ¡ o dos animais ¡ o dos seres humanos, caracterizado pelo nascimento, velhice, doença, mal - estar e morte ¡ ¡ No Budismo não existe a alma. Há somente a sequência de um momento de aparecimento que dá origem ao seguinte, de forma que a morte representa simplesmente uma nova forma de aparecimento, como ser humano ou animal, no céu ou no inferno.


4-      O Hinduísmo
Não se pode indicar a data do nascimento do Hinduísmo. No terceiro milênio a.C. havia, junto dos rios Indo e Ganges, uma civilização já bastante avançada. Entre 2000 e 1500 a.C. o povo ariano destrói essa civilização e estabelece ali a religião védica. Veneram muitos deuses. Entretanto aparecem os Upanishadas que forneceram uma nova direção para a tradição védica. O seu estudo deu lugar ao bramanismo (religião dos sacerdotes, Brâhmanes) e depois, no início da nossa era o hinduísmo.
- Vedas (Palavra sânscrita que significa "conhecimento divino"). ¡ Os Vedas são hinos escritos em sânscrito arcaico do séc. XII ao V a.C. e foram cinco colecções ou Samhita, que teriam sido reveladas por Brama aos rishi, ou sábios: é o "shruti", ou revelações. Divide-se em ¡ Rig-Veda – ou veda das estrofes, composto por mil e vinte e oito hinos dirigidos à divindade; ¡ Yajur-Veda – ou Veda das fórmulas sacrificais, composto por cinco coleções de formulação poética; ¡ Sarna-Veda – ou Veda das melodias compreende muitas estrofes acompanhadas quase sempre por notações musicais arcaicas para uso dos cantores. ¡ Atharva-Veda – ou dos contos mágicos, composto por trechos cosmogônicos e místicos.
Hinduísmo
O hinduísmo professa três deuses principais: Brahma, que vem da raiz brah e que significa crescimento. Brahma é a personificação masculina do Absoluto, pai e origem de todas as coisas, criador do Universo. É representado com quatro caras e quatro braços para indicar a sua onipotência. Está presente em todas as coisas podendo manifestar-se sob qualquer espécie humana, animal (vacas sagradas, elefante) ou mineral (rio Ganges). ¡ Assim se revela um panteísmo. Víshnu é a divindade solar que preside as coisas criadas, conservando-as e fazendo-as prosperar. Shiva é oposto a Víshnu, e é chamado o "destruidor". ¡ Entre muitos outros deuses podemos mencionar Rama e Krishna descendente de Vishnu. ¡ O hindu acredita na reencarnação das almas, depois da morte, segundo os méritos. ¡ Acredita também na possibilidade de libertação do homem do ciclo da reencarnação. A ética hinduísta consiste em quatro noções: é preciso aspirar à virtude, mesmo em detrimento de certos bens materiais; a virtude é a prática da não-violência; tem que sofrer pelos outros; e os vícios conduzem ao destino demoníaco que é a vida transmigrante. Culto ¡ Os actos da vida dos hindus revestem-se dum carácter sagrado e devem obedecer a ritos precisos, públicos ou privados ¡ A oração deve fazer-se, pelo menos duas vezes por dia, ao nascer e pôr-do-sol. ¡ Recitam-se textos dos Vedas e oferecemse flores e fogo à divindade a que se presta homenagem. ¡ Existem os brâmanes, sacerdotes que consagram a sua vida aos deuses. ¡ Muitos ritos e festas doméstica acompanham a vida, desde a sua concepção até à morte, passando pelo dom do nome, iniciação religiosa (entre os oito e dez anos), casamento...

5-      O Islamismo
Islamismo
Islam, em árabe significa submissão à vontade de Deus e os muçulmanos são os adetos desta fé. É uma religião iniciada na Arábia por Maomé. Maomé nasceu em Meca (Arábia Saudita) entre os anos 570 e 580 d.C. filho de pais pobres, ficou órfão muito cedo tendo de trabalhar como pastor. Entretanto entrou ao serviço de uma viúva rica, como condutor de camelos. Impressionada pela sua inteligência e beleza, casa com ele apesar de muito mais novo. A sua vida de comerciante rico alterou-se profundamente ao ser alvo de visões numa caverna perto de Meca, numa noite de 611. O próprio Anjo Gabriel, aparecendo-lhe numa nuvem de luz, anuncia-lhe que ele é o profeta de Allah (nome árabe de Deus). Iniciou então as suas pregações, as quais foram alvo de tremendas contestações por parte dos habitantes da sua terra natal. Prega contra o politeísmo e a idolatria. Perseguido, Maomé fugiu para Iatrebe, atual Medina e cidade rival de Meca. A esta fuga deu-se o nome de Hégira. Estávamos então no ano 622 d.C. Esta data constitui o início da contagem cronológica islâmica. Lá, depressa se torou importante a nível político, social, e militar. E em 630, conquistou pela força Meca, tendo-a reconhecido como lugar de peregrinação.
O Alcorão (leitura ou recitação) é o livro que contém as revelações do arcanjo Gabriel feitas ao profeta Maomé. Ensina preceitos religiosos, dogmas e moral. Consta de 114 capítulos (suras). Contêm não só louvores e alusões às características de Allah como também descrições do paraíso e juízo final, lendas judaicas e cristãs e normas sociais.
Os muçulmanos têm cinco obrigações fundamentais: ¡ - profissão de fé na unidade de Deus, Allah, e a missão do Profeta Maomé, emitindo repetidamente que “Não há outra divindade senão Allah e Maomé éo seu Profeta” («Lã ilãh illã'llah Mohammad rasoul Allãh»). ¡ - oração feita 5 vezes por dia, ajoelhando num tapete, voltado para Meca. A oração é um ato de adoração a Allah. As roupas e o corpo devem estar limpos de todas as impurezas. Além disso, no homem, a parte do corpo entre o umbigo e os joelhos deve estar tapada e, na mulher, só as mãos e a cara poderão estar destapadas. ¡ - esmola islâmica (zakat) – é a quantia, em géneros ou em dinheiro, que o Muçulmano que possui meios deve distribuir entre os necessitados. O zakat é obrigatório para quem tem em seu poder, durante um ano, ouro com o peso mínimo de 88 gramas ou prata como peso mínimo de 612 gramas. ¡ - jejum do Ramadão – é o acto de se abster de comer, beber, fumar, etc. durante um mês, desde o nascer até ao pôr do sol. Estão dispensadas as crianças, os dementes, os inválidos, os idosos e os fracos. O viajante, o doente ou a mulher que amamenta, podem adiar este jejum. É feito no mês de Ramadão, mês em que Allah revelou o Alcorão. ¡ - peregrinação a Meca – Deve fazer-se uma vez na vida, se as circunstâncias o permitirem, isto é, se estiverem em condições físicas e materiais para empreenderem a viagem. Lá, devem dar sete voltas à Caaba.


6- O Judaísmo

   A história do Judaísmo começa com o chamamento de Abraão, que por volta de 1850 a.C. deixou Ur para se estabelecer na terra de Canaã, atual Israel. Com a morte de Abraão, Jacó e os seus 12 filhos emigraram para o Egipto à procura de melhores condições de vida e de pastagens para os animais. Com o passar do tempo, foram tratados como escravos e obrigados
Judaísmo
a construir cidades e silos para armazenagem do cereal. ¡ A escravidão durou até 1300 ou 1200 a.C. quando, guiado por Moisés, o povo judeu conseguiu libertar-se e, passando através do Mar Vermelho, regressaram novamente a Canaã. ¡ A história do povo Judeu é também uma história de diásporas, isto é, de exílios. ¡ Entre 500 a.C. e 100 d.C., sucederam-se, em Israel, as dominações estrangeiras: primeiro os Babilónicos, depois os Persas, depois Alexandre Magno, os gregos, e por fim os Romanos. Nos séculos seguintes, a diáspora continuou cada vez mais intensa. Os livros de História recordam a expulsão dos Judeus de Espanha, em 1494 e o extermínio pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Os símbolos do Judaísmo ¡ - O Muro das Lamentações – em Jerusalém, é o que resta do templo de Herodes, destruído pelos romanos no ano 70 d.C. Aqui os hebreus vêm rezar. É o único lugar sagrado de todo o Judaísmo. ¡ - O Candelabro de sete braços – A "Menorah" é o símbolo do Judaísmo. O 7 é para os Judeus o número da plenitude, da perfeição. ¡ - A Sinagoga – É o lugar de oração, de estudo e de reunião. ¡ - O Rabino – Os hebreus não têm sacerdotes. O Rabino é só um mestre, um guia espiritual para os fiéis na interpretação da Bíblia. ¡ - O Sábado – É o dia semanal festivo dos judeus. Começa ao pôr-do-sol de Sexta-feira e vai até ao pôrdo-sol de Sábado. É um dia dedicado à oração e ao descanso. Etapas importantes da vida de um Judeu ¡ - A Circuncisão – Aos oito dias depois do nascimento. Todo menino Hebreu é circuncidado e nesta altura é-lhe dado o nome. A circuncisão simboliza a Aliança entre Yavhé e Abraão. ¡ - Bar-Mitzvah - Aos treze anos, o rapaz hebreu torna-se membro da comunidade e, por isso, está sujeito aos direitos e aos deveres que a Bíblia lhe indica. Vida Religiosa ¡ - O estudo da Torá é o principal dos deveres de um judeu. No livro da Lei estão contidas as 613 obrigações que todo o hebreu piedoso deve observar. ¡ - Quando reza, o hebreu tem a cabeça coberta com o «Talith», um xaile com franjas brancas e pretas, e tem presos à testa e no braço direito as «filatérias», pequenas bolsas que contêm orações da Torá escritos em pergaminho. Tradições ¡ Livro Sagrado ¡ - O livro sagrado é a Bíblia. Corresponde ao Antigo Testamento dos cristãos, com poucas diferenças. A Torá contém os cinco primeiros livros atribuídos a Moisés (Livro da Lei). ¡ ¡ Credo ¡ - «Escuta, Israel, o Eterno é Um só» (Shemá Israel) ¡ Esta oração resume a fé hebraica: acredita na existência de um só Deus. O Judaísmo é uma religião fortemente monoteísta. ¡ - A visão que o Judaísmo tem da vida é optimista, porque o Deus criou o homem livre e responsável. O cumprimento sem reservas das suas obrigações duras e rigorosas da Torá exprime a submissão humana a Deus e simboliza o respeito pela Aliança. ¡ - Os hebreus esperam a vinda do Messias. Virá um tempo – «os dias do Messias» – em que reinarão a paz, a justiça e a fraternidade. Terminarão todas as formas de idolatria e o Eterno será Um e o Seu Nome será Um».


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O que é Hinduísmo?
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