quarta-feira, 15 de julho de 2015

Projeto 6º ano "Viagem ao Egito Antigo": resultados

Nossa viagem através do Egito Antigo foi muito criativa e divertida. Os estudantes do 6º ano empenharam-se em pesquisar e apresentar como era a vida no Antigo Egito em diversos aspectos do cotidiano. Parabéns a todas e todos os envolvidos!
Agradecimento especial às professoras auxiliares Graça e Patrícia. 




Roupas no :Egito Antigo











A Mumificação












O Faraó e as leis no Egito Antigo








Profissões no Egito Antigo








O Mito de Osíris e os deuses egípcios



O Rio Nilo












Maquiagem no Egito Antigo











quarta-feira, 1 de julho de 2015

Impérios da África Ocidental: turmas 71,72,73,76

Durante o período que chamamos de Idade Média (séculos V ao XV), poderosos Impérios e Reinos se desenvolveram na África Ocidental - e por sua enorme riqueza, tornaram-se o principal eixo de comércio entre o mar Mediterrâneo e o interior da África.
Assista novamente os vídeos estudados em sala:

Viajando aos extremos: Mali


Reinos Perdidos da África: África Ocidental

Egípcios e a crença na vida após a morte: turmas 61,62,63,64,65,66

Os egípcios acreditavam na imortalidade da alma e na vida além túmulo.O culto funerário era fundamental dentro das crenças egípcias. A morte era uma etapa que conduzia a uma forma melhor de vida. Isso não significa que eles não curtissem viver.

Como iriam viver de novo, precisavam de seus corpos no melhor estado possível. É aí que entram os mumificadores. Eles levavam o corpo para a tenda de purificação e aplicavam uma solução de natrão, um tipo de sal que resseca a pele. O cérebro era removido pelas narinas com um gancho de ferro e as vísceras eram retiradas, com exceção do coração e dos rins. Os órgãos eram depositados nos canopos, vasos decorados com a cabeça dos quatro filhos do deus Hórus, e depois colocados no sarcófago. As cavidades eram preenchidas com resina e substâncias aromáticas. 
As bandagens eram feitas com linho. O processo todo levava cerca de 70 dias.

As múmias eram postas em esquifes feitos sob medida. Embalsamar o corpo tinha a função de conservá-lo para que o morto se reconhecesse quando despertasse na outra vida. As vísceras ficavam em vasos. Junto com a múmia, iam os shabits, bonecos talhados em madeira ou pedra que seriam servos do morto no céu. Podiam ter a aparência do falecido.
(Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/religiao-egipcia-ritual-sagrado-revivia-mortos-435410.shtml)

Assista novamente o vídeo que estudamos em sala de aula sobre a crença dos egípcios na vida após a morte:
Planeta Egito: Em busca da eternidade