Blog feito com o objetivo de publicar atividades, pesquisas e recursos utilizados nas aulas de História do CEM Professora Maria Iracema Martins de Andrade. São José/SC
Nossa viagem através do Egito Antigo foi muito criativa e divertida. Os estudantes do 6º ano empenharam-se em pesquisar e apresentar como era a vida no Antigo Egito em diversos aspectos do cotidiano. Parabéns a todas e todos os envolvidos!
Agradecimento especial às professoras auxiliares Graça e Patrícia.
Durante o período que chamamos de Idade Média (séculos V ao XV), poderosos Impérios e Reinos se desenvolveram na África Ocidental - e por sua enorme riqueza, tornaram-se o principal eixo de comércio entre o mar Mediterrâneo e o interior da África. Assista novamente os vídeos estudados em sala:
Os egípcios acreditavam na imortalidade da alma e na vida além túmulo.O culto funerário era fundamental dentro das crenças egípcias. A morte era uma etapa que conduzia a uma forma melhor de vida. Isso não significa que eles não curtissem viver.
Como iriam viver de novo, precisavam de seus corpos no melhor estado possível. É aí que entram os mumificadores. Eles levavam o corpo para a tenda de purificação e aplicavam uma solução de natrão, um tipo de sal que resseca a pele. O cérebro era removido pelas narinas com um gancho de ferro e as vísceras eram retiradas, com exceção do coração e dos rins. Os órgãos eram depositados nos canopos, vasos decorados com a cabeça dos quatro filhos do deus Hórus, e depois colocados no sarcófago. As cavidades eram preenchidas com resina e substâncias aromáticas.
As bandagens eram feitas com linho. O processo todo levava cerca de 70 dias.
As múmias eram postas em esquifes feitos sob medida. Embalsamar o corpo tinha a função de conservá-lo para que o morto se reconhecesse quando despertasse na outra vida. As vísceras ficavam em vasos. Junto com a múmia, iam os shabits, bonecos talhados em madeira ou pedra que seriam servos do morto no céu. Podiam ter a aparência do falecido.